Dia Internacional da Ação pela Igualdade da Mulher:

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6 de setembro de 2018.

É neste dia que não só nós mulheres, mas toda nossa sociedade, coloca mais uma vez em discussão as questões de igualdade entre os sexos. Seja esta igualdade no mercado de trabalho, no respeito nas ruas e nos transportes públicos, mas também no âmbito familiar.

Esta discussão está sendo levada cada vez mais para as escolas, para os meios de comunicação, para todos os espaços para ajudar toda nossa sociedade a entender as questões que envolvem a igualdade entre mulheres e homens.

Nadine Gasman,  representante da ONU Mulheres no Brasil ressalta que  “a escola pode colaborar com a compreensão do viver junto com outras pessoas, apresentar e refletir sobre visões de mundo mais amplas sobre as relações humanas. Essa é a aposta que a iniciativa ‘O Valente não é Violento’ está fazendo ao ofertar currículos educativos que coloquem em discussão as relações de gênero e novas masculinidades. O propósito é incentivar a desconstrução de comportamentos machistas e gerar mais consciência pública sobre as causas da violência. Isso pode estimular a revisão de elementos centrais nas identidades de gênero de meninas e meninos por meio do respeito à diversidade e enfrentar a violência sexista já percebidas na adolescência, inclusive nos namoros”.

A ação citada, por Nadine, “O valente não é violento” é um “Currículo Educativo para o Ensino Médio sobre Gênero, Sexualidades e Prevenção de Violências”, contendo seis planos de aulas complementares, financiado pela União Europeia e revisado pela Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

A luta pela igualdade internacionalmente se inicia desde o século 18, pelas mulheres, que lutavam inicialmente para ter os direitos democráticos e civis, tendo alcançado várias conquistas. No século 20, a luta feminina passa a ser pelo direito a trabalhar e pela independência, lutando pela igualdade no trabalho.

O diretor executivo do Instituto Avon, Lírio Cipriani, que atua na causa de igualdade entre os gêneros comenta que: “Quando falamos em igualdade de gênero, não estamos dizendo que as mulheres devem ser iguais aos homens, mas sim ter os mesmos direitos, oportunidades e liberdade de escolha.”

Neste dia de conscientização, vale lembrar que o Brasil tem 12 mulheres vítimas de homicídio por dia. Segundo o G1 o Brasil teve 4.473 homicídios dolosos de mulheres em 2017 (um aumento de 6,5% em relação ao ano anterior). Do total, 946 são feminicídios (dado considerado subnotificado).

Estes dados crescentes de ano a ano, só reforçam a necessidade da conscientização, do debate e principalmente da igualdade entre os sexos.

Viva o dia 6 de setembro. Viva a igualdade

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